Open Innovation: Tamanho não é documento
“Não precisa ser grande para ser bom” foi a frase dita pelo criador do conceito de “inovação aberta”, Henry Chesbrough, na primeira edição do Open Innovation Seminar, realizada essa semana em São Paulo.
Durante todo o evento, Chesbrough e mais de 400 empresários que participaram do evento reforçaram a importância das redes sociais para a criação de um “ecossistema de inovação” saudável, no qual o processo de inovação apóia-se no envolvimento e integração de profissionais de diferentes setores de uma ou de mais empresas ou entidades.
Diferente do sistema tradicional, que enxerga a inovação como um sistema interno e linear, a inovação aberta, ou open innovation, no termo original em inglês, entende que o processo de inovação é uma atividade difusa. Segundo ele, para criar esse ecossistema é preciso que o processo aceite as idéias e a participação de atores externos.
Dentro desse contexto, pequenas e médias empresas podem se beneficiar das atividades realizadas dentro desse ecossistema, oferecendo produtos ou até mesmo idéias para grandes empresas. Além disso, o conceito dá mais força à idéia de que a inovação dificilmente surgirá nos grandes grupos empresariais, viciados em seus processos e modelos de negócio.















