Direto do Blog
Weblog pessoal
2008-11-19
O que esperar de 2010?
Artigo publicado por Emir Sader no site Carta Maior.
O Brasil teria agüentado mais oito anos de FHC?
O que seria do Brasil se Serra tivesse sido eleito, para dar continuidade ao governo FHC? Como o Brasil teria sofrido a crise atual, caso as orientações do bloco tucano-pefelista tivessem prevalecido?
A aliança tucano-pefelista assumiu o governo em 1994, com FHC, prometendo que a estabilização monetária resolveria todos os grandes problemas do Brasil: inflação, divida pública, estagnação econômica, atraso na modernização do país, desemprego, poder aquisitivo dos salários, etc. etc. Era um bloco novo no Brasil, em que um partido que se dizia social-democrata, formava uma coalizão com um partido originário da ditadura (cuja mudança, novamente, de nome, não permite disfarçar sua origem, de que seus caciques são testemunhas: Borhnausen, ACM, Marco Maciel, Garibaldi Alves e outros que o dirigem atualmente), para aplicar o programa do FMI, do Banco Mundial e da OMC, que já estava sendo aplicado por Menem na Argentina, pelo PRI no México, por Carlos Andrés Perez na Venezuela, entre outros.
FHC reelegeu-se, quatro anos depois, com toda a urgência, porque o Brasil estava de novo quebrado nas mãos de sua equipe econômica, Pedro Malan negociava uma nova Carta de Intenções com o FMI – a terceira, em menos de quatro anos, na terceira quebra do país -, pelo que era necessário ganhar no primeiro turno, para impedir que o povo soubesse o que saberia poucas semanas depois: a nova falência, a nova Carta, as falcatruas do Banco Central – no caso Marka-Fonte Sindam, pelo qual vários dos diretores daquele Banco estão condenados – e a elevação da taxa de juros a 49% (sic). Tudo feito com todo o apoio da grande imprensa privada – FSP, Veja, Estadão, O Globo. O Brasil foi jogado numa recessão, da qual só saiu recentemente, com profundas feridas daquela política regressiva e anti-popular.
A quebra por três vezes do país foi conseqüência da política econômica de FHC, apoiada por todos os organismos internacionais, por 3/5 do Congresso – incluído o PMDB, o PPS, o PV, o PP, o PTB – e da grande mídia. O candidato que dizia que “o Estado brasileiro gasta muito e gasta mal”, fez a mágica de transformar a inflação em dívida pública, multiplicando-a por mais de 10 vezes, levando o Estado brasileiro à falência.
Privatizou todo o patrimônio público que conseguiu – da Vale do Rio Doce, empresa líder do seu setor no mundo, vendida a preço que permitiu pagar dois meses da dívida pública, a preço de banana, às telecomunicações, entre tantas empresas -, chegou a fazer com que a Petrobras mudasse de nome para Petrobrax – por 24 horas, teve que retroceder diante da indignação pública -, para tirar-lhe a referência a Brasil, torna-la “empresa global” e favorecer sua privatização, iniciada com a venda de ações da empresa nas Bolsas de São Paulo e de Nova York, depois da quebra do monopólio estatal do petróleo.
O governo tucano-pefelista de FHC promoveu o mais acelerado processo de concentração de renda que o Brasil conheceu em um breve espaço de tempo – de que a transferência de patrimônio publico a mãos privadas foi uma parte essencial – e FHC saiu do governo com a mais baixa avaliação que um presidente havia tido (quando Lula têm 80% de apoio, no seu sexto ano de governo, FHC tinha apenas 18%, quase cinco vezes menos), considerado o “candidato dos ricos”, a quem favoreceu como nunca havia acontecido no Brasil.
O que seria do Brasil se Serra tivesse sido eleito, para dar continuidade ao governo FHC? Como o Brasil teria sofrido a crise atual, caso as orientações do bloco tucano-pefelista tivessem prevalecido?
Comentário
Adiciono outra pergunta: o que podemos esperar da eleição de Serra em 2010?
2008-11-05
Sou especialista em comunicação digital
Hoje, na contramão de todos, não falarei sobre a eleição de Barack Obama. Prefiro falar um pouquinho sobre a importância crescente de certo tipo de profissional: o especialista em comunicação digital e produção de conteúdo eletrônico. Pode parecer presunção ou autopromoção, mas não é. A percepção da nossa importância na estratégia de comunicação das empresas vem, de fato, aumentando dia após dia.
Empresas conservadoras preferirão, ainda, as mídias tradicionais, mas vamos manter o nosso foco nas empresas que já perceberam os resultados que podem obter oferecendo uma comunicação integrada nas diversas mídias. Mais ainda, vamos considerar que estas também já perceberam que a Internet tem papel fundamental nesse contexto.
A partir do momento que cresce o número de empresas com foco na estratégia de comunicação digital integrada, cresce também a importância do profissional capacitado e especializado nesse tipo de mídia, pessoas que entendem do assunto e conhecem as principais ferramentas e tecnologias empregadas nos processos de criação digital. E é um imenso favor não confundir esse profissional com os famosos webdesigners. Não que estes, últimos, não tenham importância. Pelo contrário, são fundamentais, mas possuem atribuições diferentes.
É passado o tempo em que criar um website com algumas informações relevantes era estar presente na Web. Hoje, é preciso planejar, ter uma estratégia bem definida, mensurar, controlar e, claro, também gerar conteúdo relevante. A Internet tem permitido nos aproximar cada vez mais do nosso público-alvo. Uma estratégia de comunicação digital bem implementada permite, inclusive, acompanhar a evolução e a percepção da nossa marca e dos nossos produtos e serviços na rede. A Internet é dinâmica, interativa, e é esse o conceito que está derrubando a idéia de que devemos somente "atirar" informações contra o nosso público.
Todo comunicador deve, sim, fazer com que a mensagem flua de forma rápida e saudável da empresa para o seu público. Mas as mídias digitais vieram mostrar que essa informação deve ser ainda mais saudável quando fluindo do público para a empresa. E isso, só é possível investindo em profissionais capacitados e preparados para tal finalidade.
Termino este texto falando sobre o que me motivou a escrevê-lo, um fato recente. Fui questionado sobre a minha profissão. Logo respondi que sou especialista em comunicação digital. Eis que ouço, mais uma vez: Ahhh... você é webdesigner.
2008-11-03
Números, nem sempre verdadeiros
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo tem anunciado aos quatro ventos a queda no número de homicídios. Ainda segundo a SSP-SP, estamos com índices semelhantes a países do 1º mundo.
Sem dúvida, os resultados positivos são uma ótima notícia, ainda mais para quem está no comando do estado e pretende concorrer à Presidência em 2010.
O que muitos não sabem, e inclusive é uma acusação de diversos profissionais que trabalham na área, é que muitos homicídios estão sendo registrados como lesão corporal. Assim é possível dar uma "turbinada" nos dados sobre a criminalidade no estado e, se tudo der certo e, claro, a Globo der aquela forcinha, nas próximas eleições elegeremos o homem que acabou com a criminalidade em São Paulo.
2008-10-29
Afinal, somos todos merecedores
Ontem, assistindo um jornal local, percebi que durante as eleições nenhuma emissora de TV mostrou as habituais cenas dos terríveis congestionamentos diários enfrentados pelos cidadãos de São Paulo.
Depois, pensei que aquelas cenas, se expostas durante o período de eleição, mostrariam o verdadeiro cuidado com que o PSDB e o DEM trataram os problemas da cidade de São Paulo. Não que eu goste da outra, mas isso deixa ainda mais claro que, no Brasil, não há população mais manipulada do que a da capital paulista.
Sobre a greve então, nem se fala. A maioria das pessoas só ficou sabendo quando a greve já estava no 30º dia. E só souberam por que a mídia não teve como esconder a guerra campal que acontecera às vésperas do segundo turno.
É lamentável sermos manipulados dessa maneira. Porém, concluo que a população desta cidade merece a realidade que vive.
2008-10-23
Internet e opinião pública
A internet tem dado força, ou um pequeno impulso, melhor dizendo, à opinião pública. Estamos finalmente saindo dos tempos sombrios em que eram soberanas as vozes de grupos como Globo e Abril. Ontem, eram quase um reflexo da voz de Deus.
Recentemente, a revista Época, da Editora Globo, fez uma entrevista com o juiz Fausto De Sanctis, aquele que ordenou a prisão do empresário Daniel Dantas. Foi uma entrevista tímida, bem escondidinha, sem qualquer destaque, mas acabou sendo descoberta pelos leitores internautas no site da publicação. Pronto! Armou-se uma enxurrada de protestos e comentários dos leitores, quase todos contra o Presidente do Supremo, Gilmar Mendes, aquele para quem a Veja, por sua vez, dedicou capas e matérias imensas, semanas a fio, sempre dedicadas a defender Daniel Dantas e o grampo falso do Sr. Gilmar.
Nos blogs de outros jornalistas também é possível ver a discrepância entre a opinião da mídia e dos leitores. Em relação à opinião pública, a identificação dessa tendência de fortalecimento talvez tenha sido o maior benefício do caso protagonizado pelo promíscuo trio Dantas-Veja-Gilmar.
Fugindo um pouco do tema, outra tendência que tenho notado é a melhoria da distribuição da audiência quando falamos da televisão brasileira. Não que alguma das emissoras que citarei promova um jornalismo exemplo de isenção política, mas enquanto a Globo repetia incessantemente a entrevista do nosso ilustríssimo Governador, José Serra, jogando em terceiros a culpa do choque entre as polícias militar e civil, comportamento bastante cômodo para quem vinha ignorando os grevistas há mais de um mês, a Record e outras emissoras mostravam diferentes realidades de um mesmo fato, cada uma ao seu estilo, e com algum nível de audiência que, antes, estaria centralizado na emissora carioca.
Uma pergunta que fica no ar é: por que, enquanto policiais e toda a imprensa de São Paulo estavam do lado de fora, dentro da guerra das polícias, a Globo era a única emissora que foi autorizada a montar base dentro do Palácio do Governo. Não sei se todos repararam, mas foi onde o governador deu sua entrevista exclusivíssima. Bem, de qualquer forma, acho que isso é outro assunto.
Voltando a falar da Internet, é claro que ainda não é possível ignorar nossa quase submissão em relação aos grandes grupos de comunicação que ainda governam o país. Mas fica bem claro que a internet está mudando essa realidade, mesmo que muito aos poucos.
2008-10-15
Debit Trabalhista pode ser solução para pequenas
Não existe nada pior para uma pequena empresa do que ter que demitir um funcionário. Na maioria dos casos é o próprio dono da empresa ou uma secretária quem tem que fazer as contas e cálculos do valor que o funcionário tem que receber.
O que poucos percebem, é que isso é um risco enorme, principalmente para uma empresa pequena. Afinal, uma única conta errada e a empresa terá que arcar com os custos de uma indenização que, provavelmente, o ex-funcionário irá conquistar em um processo trabalhista. Hoje são dois milhões de processos desse tipo ainda em andamento.
Essa é a principal proposta do Debit Trabalhista. Entre muitas outras coisas, o aplicativo on-line automatiza os cálculos envolvidos na gestão dos Recursos Humanos. Basta preencher alguns formulários e o software se encarregará de emitir relatório completo com tributos e muitos outros detalhes.
Fica aí a dica para os donos de pequenas empresas. Afinal, não vale arriscar.
2008-10-07
Internet barata e fácil para todos
Todo mundo já ouviu falar do dia em que todo o planeta Terra estará conectado à Internet. Acreditando ou não, o que muitos não sabem é que um dos mais importantes passos nesta direção está sendo dado aqui no Brasil, na Universidade de São Paulo.
Enquanto entidades e grandes empresas discutem sobre inúmeros satélites a serem lançados e dispositivos caríssimos a serem instalados em custosas torres de telefonia celular, um professor da USP desenvolveu um pequeno ponto de acesso wi-fi de baixo custo que utiliza a energia solar para conectar as pessoas à Web.
O sistema facilitaria a criação de access points em comunidades carentes e rurais, podendo ser instalado em postes de energia elétrica a um custo muito reduzido. Com isso, os pontos trocariam sinais entre si até encontrarem um que tenha acesso à internet. Ou seja, o equipamento funciona como um tipo de “repetidor” de sinal.
Sem dúvida, o equipamento permitirá oferecer internet gratuita em diversas regiões que hoje estão offline. Ok! Se não for gratuita, ao menos que seja barata.
O difícil mesmo será evitar que uma Telefônica da vida compre a patente do equipamento e, após reduzir em 95% seus custos com infra-estrutura, grave uma linda propaganda cheia de periquitos verdes, oferecendo conexões ambientalmente corretas e 30% mais caras.
2008-10-02
Jornalismo de qualidade... comprometida
Olha só o que encontrei no último parágrafo da matéria "Simpatizantes da Al-Qaeda comemoram 'colapso' dos EUA", publicada hoje no portal Estadão.com.br.
"Assim, o maior estrago econômico causado pelos ataques de 11 de setembro foram as guerras no Iraque e no Afeganistão, não os ataques em Manhattan e Washington", disse. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Olha só o tipo de jornalismo que os atuais portais e jornais brasileiros, ou o PIG, como diz PHA, estão oferecendo ao povo brasileiro. O cara que fez isso nem viu o que ele estava publicando.
2008-09-30
Morreu Jorge Luiz, Gigante
Morreu, aos 56 anos, o grande Gigante Brasil. Ou se preferirem, Jorge Luiz de Souza. Um baterista fantástico que por muitos e muitos anos fez levantar seu fiel público nas noites de terça-feira no Ventania Bar.
Para saber mais sobre essa figura, acesse o Palcobr. Aqui, não pretendo falar sobre sua vida e carreira. Quero apenas fazer uma singela homenagem a esse cara que, sem dúvida, marcou a minha vida para sempre.
Infelizmente, não mais pude vê-lo tocar em dias mais recentes. Porém, jamais esquecerei das longas noites de terça-feira com os amigos (amigos de verdade, irmãos) no Ventania. Jazz de primeira, o feeling, a música, o público, a AbandOnada e um Gigante, enorme, suando, gritando e tirando som de tudo e qualquer coisa que estivesse à sua volta.
Por muitas vezes desejei que ele tivesse sempre por ali. Tinha a idéia de que quando eu tivesse 60 anos ele ainda estaria lá, fazendo eu perceber a importância de fazer tudo com amor, com paixão. Achava que nos momentos tristes ou felizes, de inspiração ou de meditação, bastaria ir até o Ventania e apreciar sua música. Vê-lo sempre fora uma oportunidade rara de aprender que é possível, sim, amar o que fazemos. Ele, como ninguém, amou sua música.
Que os santos protejam suas janelas, portas e ouvidos. O Gigante está chegando. Espero que a galerinha lá de cima tenha o prazer de ver muitas vezes o prato do Gigante ir ao chão, como eu tive.
2008-09-29
Agora estou aqui, doido para rodar
Não aguento mais ter de esperar pela minha nova moto.
Há duas semanas, vendi uma Mirage preta, ano 2006, linda. No início, anunciei a venda só para ver como é o mercado de venda para essa moto. Afinal, tinha saído de uma Honda Twister que vende igual chiclete. Decidi vender a moto pelo mesmo preço que paguei em 2007. Não fiz qualquer esforço maior. Publiquei um anúncio grátis em um dos sites mais famosos de moto, sem compromisso.
Na primeira semana, recebi ligações e mensagens de umas seis pessoas interessadas. Pronto! Mais uma semana e a moto estava vendida. Confesso que senti um certo desconforto em ver outra pessoa indo embora com a moto. Fiquei apenas um ano com ela, mas foi o suficiente para me apegar a ela.
Com a grana no bolso, não tive dúvida. Fui à concessionária e comprei a mesma moto, nova, de outra cor, linda, linda.
Porém, agora estou aqui. Doido para rodar. Morrendo de ansiedade. Já não aguento mais!
2008-09-17
Internet para os outros 3 bilhões
Está nos planos da maior empresa de buscas e publicidade on-line do mundo levar o acesso à Internet para todos os habitantes do planeta que ainda não estão conectados à rede. São 3 bilhões de pessoas no total.
Como? Resposta: Enviando ao espaço 16 satélites habilitados a levar a Internet para os países pobres e emergentes. Esse é o objetivo do projeto baseado de O3b, ou seja, em português, outros 3 bilhões.
Descobriu de que empresa estou falando? Google! Mais uma vez.
O O3b está sendo desenvolvido pela empresa junto com o empresário americano John Malone e com o HSBC. Segundo o Financial Times, o projeto deve estar pronto e implantado em 2010 e deve custar 750 milhões de dólares.
Vamos à última pergunta: Trata-se de filantropia? Não! Mais uma vez.
2008-09-12
A Web no Gerenciamento de Projetos
Recentemente, comecei uma pós-graduação em Administração de Empresas. Uma das primeiras disciplinas do curso chama-se Gerenciando Projetos. O material do curso é excelente e os professores também. Estou muito entusiasmado, cheio de boas expectativas.
Essa semana, tivemos a terceira aula dessa disciplina e um dos assuntos discutidos em aula foi a importância da comunicação para o sucesso dos projetos. Sabe-se que para o gerente de projetos é fundamental poder contar com soluções completas de gestão. Essas têm o papel de apoiá-lo ao desempenhar suas funções e o trabalho do dia-a-dia. Mas e a comunicação?
No caminho de volta para casa, fiquei pensando de que forma as ferramentas de comunicação digital poderiam ser aplicadas para ajudar a sanar as falhas que geralmente contribuem para o fracasso dos projetos, ou pelo menos parte delas. Continuei a elucubrar novos pontos de vista.
Foi ao deitar a cabeça no travesseiro que percebi o quanto tudo aquilo era tão óbvio. A Internet está repleta de serviços que, se aplicados de forma adequada, podem transformar totalmente os processos de comunicação envolvidos em qualquer projeto. Depois, ficou fácil perceber que não estamos tratando de possibilidades e sim de uma série de soluções que cedo ou tarde serão incorporadas pelos gestores de projetos com solidez inquestionável.
Não demorará muito para vermos blogs auxiliando na disseminação de informações sobre os projetos, comunicadores instantâneos sendo aplicados como soluções eficazes de comunicação em tempo real, páginas wiki utilizadas como forma produtiva de colaboração e documentação, grupos de discussão, documentos e calendários compartilhados, ferramentas de mapas mentais que podem colaborar no planejamento colaborativo e muito mais. Mas muito mesmo. Todas soluções gratuitas, ao alcance da menor das empresas.
Depois, no dia seguinte, busquei um pouco mais sobre o assunto na Internet. Também foi fácil constatar que tudo aquilo que eu havia pensado não tinha nada de revolucionário. Nem nunca foi essa a minha intenção. Muitos já estudam a aplicação dessas ferramentas no gerenciamento de projetos. Porém, sem dúvida, todos aqueles pensamentos, sobre os quais eu poderia escrever um mês inteiro sobre eles aqui, mudaram radicalmente a minha forma de enxergar os processos de comunicação nos meus projetos. Sobre isso não tenho dúvidas.
2008-09-08
Os eventos e as dores físicas e psíquicas
Estou voltando da Expoman'08 - Exposição de Produtos e Serviços para Manutenção Industrial. Esse ano a exposição foi em Santos-SP. Sem novidades. Conheço Santos desde criança. Adoro a cidade.
Porém, fiquei a semana inteira fora e o evento sugou todo o meu tempo. Sendo assim, o blog ficou às moscas.
Sei que estou devendo um pouquinho mais de atenção, mas, como acontece todo ano, a exposição exigiu muito de mim, em todos os aspectos.
Esse foi o quarto ano em que fui o responsável pela organização do evento, pela empresa na qual trabalho. Eu definiria a atividade como um enorme sufoco gostoso.
Os que já conhecem a rotina da organização desse tipo de evento sabem que, antes, vêm as dores de cabeça. Depois, quando o pior já passou, ficam as dores no corpo.
2008-08-27
O valor dos detalhes no design
Hoje é o meu aniversário. E o presente especial que dei para mim mesmo foi uma pequena modificação no cabeçalho do site. É impressionante como eu já não agüentava mais aquele “azulzinho”.
Na verdade, foram duas pequenas modificações no cabeçalho e uma no logotipo. Fiz tudo, sem exageros, em 8 minutos.
Agora, o que mais me impressiona é perceber como três alterações simples e sutis podem resultar em uma mudança tão berrante. Creio que essa seja a grande beleza dos detalhes.
2008-08-25
Google ainda não reina nos celulares
Nos EUA, o Google está tentando costurar um acordo com a Verizon, uma das maiores empresas de telefonia móvel do país.
O objetivo, claro, é ser uma empresa popular também nos celulares. De acordo com os principais jornais, a idéia é que todo celular vendido pela operadora sairia da loja já com um aplicativo móvel do Google. Os lucros, obtidos basicamente com links patrocinados, como na web tradicional, seriam divididos com a operadora.
O Google parece andar muito preocupado com a internet móvel (cheia de oportunidades), onde a empresa não reina absoluta. Porém, a empresa tem obtido muito sucesso com o Google Maps e a versão do Gmail para dispositivos móveis. Aparentemente, não terão muitas dificuldades para serem líder também nesse segmento.















